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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Uma Resposta (By Gian)

Falou pouco, mas falou grosso e bonito. Em seu discurso na ONU a presidenta Dilma conclamou em alto em bom tom, para que as nações do mundo tomem atitude soberana contra a espionagem estadunidense, o que classificou como “afronta a outros países”.
Sobre a araponga e a falsa desculpa dada pela embaixada Tio Sam, Dilma foi clara: “Não se sustentam os argumentos de que a interceptação ilegal de informações e dados destina-se a proteger as nações contra o terrorismo, pois o Brasil é um país democrático que repudia, combate e não dá abrigo a grupos terroristas”. E ainda afirmou: “Fizemos saber ao governo norte-americano nosso protesto, exigindo explicações, desculpas e garantias de que tais procedimentos não se repetirão”.
Com isso a presidenta solicitou a colaboração de outras nações na implantação de mecanismos multilaterais cujo objetivo seja a implantação de um sistema de efetiva proteção de dados virtuais e segurança na Internet: “Este é o momento de se criar as condições para evitar que o espaço cibernético seja instrumentalizado como arma de guerra, por meio da espionagem, da sabotagem, dos ataques contra sistemas e infraestrutura de outros países”, afirmou.
Do ponto de vista prático, pode não adiantar muita coisa em relação às atitudes de autoritarismo e  arrogância do governo dos EUA, mas foi bom demais ver o esporro sendo dado ao vivo e a cores, frente a frente no mesmo ambiente. Coisa jamais imaginada em governos tucanos anteriores, onde a espionagem era feita de praxe sob a complacência do alto escalão do governo brasileiro.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Obsessão Pela Fama (By Gian)



Qual o limite entre a paixão do fã pelo seu ídolo e o fanatismo doentio?

Em “The Bling Ring - A Gangue de Hollywood” Sofia Coppola dirige a história real de uma turma de amigos que invade as casas dos famosos para furtar seus pertences pessoais. E é através da Internet e das redes sociais que eles descobrem o endereço das celebridades e os momentos em que elas não estão em casa. São pessoas ricas que querem usar as roupas, os sapatos e as jóias dos seus ídolos, gastar seu dinheiro e dirigir seus carros, não por que precisam, mas pela falsa sensação de serem aquela pessoa, de ter no corpo o que já passou pelo corpo famoso, de sentir que pertencem a esse estilo de vida tão sobrevalorizado pela mídia e pela sociedade em geral. E o mais interessante é que Sofia Coppola não abandona seu estilo de filmagem, sua fotografia com cores exageradas e sua firme convicção de não tomar partido dos acontecimentos, seu objetivo é simples: mostrar o que aconteceu, sem vítimas nem agressor, herói ou vilão. E o filme tem em si essa característica de não julgar, de mostrar a falta de uma cultura generalizada que se foca nos atos, nas atitudes imbecis de personagens sem nenhuma noção de privacidade e de ilicitude, e que se apóiam nas suas próprias ignorâncias para tentar justificar suas atitudes com a finalidade de obtenção de notoriedade e de amigos de facebook.

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Temos muitos Stephens (By Gian)



Todos estão acompanhando essa ação terrorista do governo estadunidense de invadir a soberania dos países e de seus governantes, além da privacidade de quem quer que seja, através da bisbilhotagem em mensagens eletrônicas de qualquer tipo que seja. A arrogância e a prepotência do EUA é sem limites. Discursam sobre o combate ao terrorismo, que nada mais é que uma desculpa esfarrapada do reino do umbigo acima de tudo e de todos. Isso tudo é somente um lado de uma moeda que não poupa governantes, cidadãos e, muito menos, empresas internacionais, a exemplo da nossa Petrobrás. Assim como suas guerras e invasões não poupam vidas civis, inclusive de crianças.

O pior é que existe um monte de baba-ovo-puxa-saco desse país que nos espiona; e sempre que alguém vem falar mal do Brasil e chupar o ovo do saco escrotal estadunidense, me lembro do último filme do Tarantino, onde Samuel L. Jackson (personagem Stephen), escravo africano alegórico, serelepe e puxa-saco, faz toda uma abanação de rabo pra todas as atitudes do seu patrãozinho, que não mede palavras em dizer que a raça negra é submissa pela natureza do seu cérebro. É assim que os EUA devem gargalhar desse nosso monte de idiotas, que faz de tudo para ficar de quatro desde que tenha um Nike sob os joelhos.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

70 anos de Roger Waters (By Gian)



Sem nenhuma sombra de dúvida minha cultura musical se define em antes e depois de ouvir Roger Waters. Lembro perfeitamente que comprei uma fita cassete pirata do Pink Floyd The Wall na Casa Edson, localizada no Centro de Nova Friburgo e meu gosto musical se modificou completamente. 98% das composições daquele álbum são de Waters, inclusive o famoso hino “Another Brick in the Wall”. Roger era a alma do Floyd, e apesar dos outros quatro integrantes serem muito bons naquilo que faziam, nenhum chegava aos pés de Waters no quesito originalidade, criatividade e poesia. Roger Waters é foda, e fez do Floyd uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.
Hoje RW faz 70 anos de idade.

Discografia: 
 
Com Pink Floyd:
The Piper At the Gates of Dawn (1967)
A Saucerful of Secrets (1968)
More (1969)
Ummagumma (1969)
Atom Heart Mother (1970)
Zabriskie Point (1970)
Relics (1971)
Meddle (1971)
Obscured By Clouds (1972)
Dark Side Of The Moon (1973)
Wish You Were Here (1975)
Animals (1977)
The Wall (1979)
The Final Cut (1983)
  
Carreira Solo:


Ps. Fiquei meses sem postar aqui, ora por preguiça, ora por falta de tempo. Agora voltei!