Sejam Bem-vindos

Ideia, cinema, literatura, opinião, crítica, política, Direito, dia-a-dia - Um espaço para escrever, relaxar e soltar o verbo.
A preocupação é deixada de fora.


Sinta-se em casa!




quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A melhor comédia do mundo agora completa o paraíso (by Gian)

Morreu ontem o ator Tony Curtis, aos 85 anos. Nisso se reencontra lá no céu o elenco principal da comédia que, ao meu ver, é a mais engraçada de todos os tempos. Falo de “Quanto Mais Quente Melhor” de 1959, dirigido pelo fantástico Billy Wider, com Jack Lemmon e Marilyn Monroe. Tony Curtis faz o papel de Joe, um músico que testemunha uma chacina junto com seu parceiro Jerry (Jack Lemmon), e fogem vestidos de mulher para não serem mortos. Joe acaba se apaixonando por Sugar Kane (Marilyn Monroe). A película tem cenas hilárias, com destaque para aquela do trem, onde apenas há mulheres e entram os dois travestidos e muito piranhudos. O roteiro já foi imitado por diversas vezes, mas não conseguiram chegar se quer aos pés do original. Agora, os três protagonistas e o diretor estão juntos novamente.

Morreu também o Diretor Arthur Penn, aos 88 anos. Ficou famoso pelo longa “Bonnie & Clyde – Uma rajada de balas” de 1967, onde reinventou a forma de filmar a violência, com o uso de câmera lenta, muito usado depois pelos mestres Sam Peckinpah e Quentin Tarantino.
O mundo hollywoodiano está hoje de luto.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Paixão (by Fabi)

Soneto de Fidelidade

Vinicius de Moraes

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.



Vinicius de Moraes, "Antologia Poética", Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96.



Começo meu post hoje, com estes lindos versos de meu poeta preferido: Vinícius de Moraes, que cantou e escreveu sobre o amor, como poucos. Não o amor idealizado dos exageradamente romanticos, mas o amor que queima, que arde no peito, que sai pelos poros, de maneira visceral e intensa. Intenso e fugaz como a vida. Existe coisa mais surreal do que estar apaixonado? Do que amar alguém?
Quando estamos apaixonados, expomo-nos ao medo, à desilusão, à insegurança, aos riscos que só a paixão nos leva a correr...
Exageramos naquilo que queremos ver e reduzimos a nada aquilo que não queremos enxergar... Porém, não há nada mais gratificante do que receber, depois de um cansativo dia de trabalho, o telefonema tão aguardado, do que ver o sorriso do outro se abrindo em sua direção, do que o beijo que mata a saudade, a mão que toca a pele buscando um carinho, as palavras e juras de amor que só os apaixonados trocam...
Apesar de toda a sua fugacidade, a paixão é sempre bem-vinda! A vida sem paixão torna-se incolor e vazia, completamente sem graça.
Pode-se dizer que vive-se o céu e o inferno ao se apaixonar. Loucura e sanidade andam de mãos dadas. Quem nunca se apaixonou? Quem nunca perdeu a cabeça por uma grande paixão? Que atire a primeira pedra aquele que nunca esteve submersso nessa aguardente e nunca quis curar sua embriaguez! Apaixonar-se é saudável. É importante para o corpo ser invadido por todas as substâncias que só os que estão apaixonados liberam... Essa fusão/paixão faz com que o cérebro libere neurohormônios que nos trazem aquela sensação gostosa de felicidade...
Estar apaixonado libera endorfina. Sabe aquela mesma sensação de prazer e bem-estar que vc sente ao comer chocolate? Pois é....É a mesma!!! Que nos torna viciados, que nos entorpece. Ahhh os hormônios... Benditos hormônios...
Equilibrando-se na linha tênue que a divide entre simples passatempo e coisa duradoura, a paixão traz mais benefícios do que danos.
Então... Relaxe e apaixone-se! Pois como já dizia o poeta citado acima:

"Que não seja imortal posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure..."

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A Despedida do trema - Transcrição BY CRIS BRANDÃO


Ando meio preguiçoso... Meio sem inspiração... Embora tenho pensado muito em futebol, ultimamente - afinal de contas, nós, os tricolores, finalmente, estamos podendo! Mas não vim aqui pra falar disso hoje, não... Vim só para mais uma transcrição. Uma mais leve e melhor humorada, (se é que isso é possível...rsrsrsrs), que a última, que causou fervor, e despertou sentimentos apavorantes... rsrsrs... Embora eu tenha achado o texto simplesmente ESPETACULAR, tenho que reiterar.... Enfim, não vamos mexer com os mortos... Divirtam-se:

Despedida do TREMA

"Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema.Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüiféros, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.

Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.

Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K, o W "Kkk" pra cá, "www" pra lá.

Até o jogo da velha, para quem ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que, aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da Língua Portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o Alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar.
Nos vemos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.

Adeus,
Trema."

TRANSCRIÇÃO BY CRIS BRANDAO

domingo, 26 de setembro de 2010

O Lula e o Oscar (by Gian)

Na última quinta-feira, a Cinemateca Brasileira, anunciou o longa “Lula – O Filho do Brasil” como nosso candidato na busca do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2011. O representante brasileiro foi escolhido unanimemente por nove especialista, derrotando assim os outras vinte e duas produções nacionais.
Só pude assistir quatro dos filmes pre-selecionados: Chico Xavier, É Proibido Fumar, Sonhos Roubados e Lula. Desses, “É proibido Fumar” é infinitamente melhor, todavia, não é a cara do Oscar, estaria mais para festivais do tipo Sundance, Berlim ou Cannes.
A cerimônia de sétima arte mais famosa do mundo tem uma tendência a premiar filmes estrangeiros cuja temática envolva política, basta fazer uma rápida retrospectiva que acharemos entre os vencedores “A Vida dos Outros”, “Os Falsários”, “Invasões Bárbaras”, “Terra de ninguém” entre outros. Outro fator determinante na escolha é o da projeção mundial do nosso presidente, escolhido por inúmeros especialista internacionais como o maior líder político da atualidade.
Outra característica inegável no filme de Fábio Barreto é mostrar a realidade do povo brasileiro, a pobreza, a violência e a grande desigualdade social, além da luta diária dos trabalhadores braçais constantemente oprimidos pelo poder.
Mas “Lula – O Filho do Brasil” não emociona. Direção e roteiro tentam ao máximo mostrar apenas as dificuldades enfrentadas por Lula na infância, na família, na ditadura e no trabalho. Na hora que é pra emocionar, pra mostrar as conquistas e vitórias, o filme acaba, entrando aquelas letrinhas explicativas do que aconteceu depois com a personagem principal.
Porém, que venha nosso primeiro Oscar. Fábio Barreto já esteve lá antes, em 1996, quando dirigiu “O Quatrilho”, mas perdemos para o maravilhoso “A Excêntrica Família de Antonia”. Agora vamos com mais experiência, e o que é melhor, vamos com toda o carisma de Luiz Inácio Lula da Silva.
And The Oscar Goes To ....

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

4.492 (By Cristiane)

Pergunta: Quanto custou o petróleo Iraquiano para o povo dos Estados Unidos da América?

Resposta: Quatro mil quatrocentos e noventa e dois mortos. Quatro mil quatrocentas e noventa e duas famílias sem o filho, pois foram despachados para o oriente médio sob o falso pretexto de achar as armar-nucleares-não-existentes do finado Saddam Hussein. Nunca mais voltaram, ou voltaram num caixão envoltos numa bandeira que praga uma falsa liberdade. Quase cinco mil jovens que nunca mais poderão se identificar numa pintura de Norman Rockwell ou almoçar com familiares no feriado de ação de graças. E os civis iraquianos? Mais de cem mil mortos. Uma cidade de gente morta, não de militares, mas civis. Valeu o preço! Não houve a mesma decadência econômica nos EUA como a crise dos anos 30. Batamos palmas pra inteligência de Bush Filho. É melhor milhares mortos na guerra do que uma possível perda eleitoral, do que um acordo com paises socialistas possuidores do rico petróleo, do que um presidente culpado por assuntos internos de ordem financeira! Viva a capacidade do mundo livre em combater seus problemas!

Semana passada, oficialmente, Obama tirou suas tropas de território iraquiano, dizendo que “o papel foi cumprido”. Quanto charlatanismo! Qual idiota mais acredita nessa chicota corporativa. Comemoremos a velha e odiosa ganância capitalista.

Conclusão: Que se cuide vizinha Venezuela, agora o pretexto é a FARC! A Colômbia será o próximo portal de entrada dos militares ianques. Bem feito Chavez, não quis fazer como FHC fez aqui no Brasil, não quis entregar o monopólio estatal venezuelano, agora agüenta ( o pepino é todo seu). E que vença o José Serra, assim ele acaba de entregar o resto do Brasil e nunca mais precisaremos nos preocupar com ganância estadunidense.

...e ainda tem gente que critica o governo Lula.


"A CAMINHO DOS 99,9999995%" Transcrição - By Cris Brandão

Peço licença aos amigos leitores e aos outros colaboradores do blog, para simplesmente transcrever, ou citar, melhor dizendo, um texto que acabei de ler e, apesar de eu ser um simpatizante das mesmas ideologias, um texto que me fez refletir. Parar no meio do dia para pensar e chegar mais uma vez a mesma conclusão, que na verdade é um clichê. "Cada povo tem o governo que merece."
PS. O título orinal é "A caminho dos 99,9999995%", mas como resolvi me incluir, tive que dar uma ligeira modificada, com a licença do autor, para que a conta esteja correta.

A CAMINHO DOS 99,9999990%
( Gilberto Geraldo Garbi )

Há poucos dias, a imprensa anunciou amplamente que, segundo as últimas pesquisas de opinião, Lula bateu de novo seus recordes anteriores de popularidade e chegou a 84% de avaliação positiva. É, realmente, algo "nunca antes visto nesse país" e eu fiquei me perguntando o que poderemos esperar das próximas consultas populares.

Lembro-me de que quando Lula chegou aos 70% achei que ele jamais bateria Hitler, a quem, em seu auge, a cultíssima Alemanha chegara a conceder 82% de aprovação.
Mas eu estava enganado: nosso operário-presidente já deixou para trás o psicopata de bigodinho e hoje só deve estar perdendo para Fidel Castro e para aquele tiranete caricato da Coreia do Norte, cujo nome jamais me interessei em guardar. Mas Lula tem uma vantagem sobre os dois ditadores: aqui as pesquisas refletem verdadeiramente o que o povo pensa, enquanto em Cuba e na Coreia do Norte as pesquisas de opinião lembram o que se dizia dos plebiscitos portugueses durante a ditadura lusitana: SIM, Salazar fica; NÃO, Salazar não sai; brancos e nulos sendo contados a favor do governo...(Quem nunca ouviu falar em Salazar, por favor, pergunte a um parente com mais de 60).

Portanto, a popularidade de Lula ainda "tem espaço" para crescer, para empregar essa expressão surrada e pedante, mas adorada pelos economistas. E faltam apenas cerca de 16% para que Lula possa, com suas habituais presunção e imodéstia, anunciar ao mundo que obteve a unanimidade dos brasileiros em torno de seu nome, superando até Jesus Cristo ou outras celebridades menores que jamais conseguiram livrar-se de alguma oposição...

Sim, faltam apenas 16% mas eu tenho uma péssima notícia a dar a seu hipertrofiado ego: pode tirar o cavalinho da chuva, cumpanhero, porque de 99,9999990% você não passa.

Como você não é muito chegado em Aritmética, exceto nos cálculos rudimentares dos percentuais sobre os orçamentos dos ministérios que você entrega aos partidos que constituem sua base de sustentação no Congresso, explico melhor: o Brasil tem 200.000.000 de habitantes, um dos quais sou eu e o outro, meu leitor, Cris Brandão. Representamos, portanto, 2 em 200.000.000, ou seja, 0,0000010% enquanto os demais brasileiros totalizam os restantes 99,9999990%. Esses, talvez, você possa conquistar, em todo ou em parte. Mas nossos humildes 0,0000010%, você jamais terá porque não há força neste ou em outros mundos, nem todo o dinheiro com que você tem comprado votos e apoios nos aterros sanitários da política brasileira, não há, repito, força capaz de mudar minha convicção de que você foi o pior dentre todos os presidentes que tive a infelicidade de ver comandando o Brasil em meus 65 anos de vida.

E minha convicção fundamenta-se em um fato simples: desde minha adolescência, quando comecei a me dar conta das desgraças brasileiras e a identificar suas causas, convenci-me de que na raiz de tudo está a mentalidade dominante no Brasil, essa mentalidade dos que valorizam a esperteza e o sucesso a qualquer custo; dos que detestam o trabalho e o estudo; dos que buscam o acesso ao patrimônio público para proveito pessoal; dos que almejam os cabides de emprego, as sinecuras e os cargos fantasmas; dos que criam infindáveis dinastias nepotistas nos órgãos públicos; dos que desprezam a justiça desde que a injustiça lhes seja vantajosa; dos que só reclamam dos privilégios por não estar incluídos entre os privilegiados; dos que enriquecem através dos negócios sujos com o Estado; dos que vendem seus votos por uma camiseta, um sanduíche ou, como agora, uma bolsa família; dos que são de tal forma ignorantes e alienados que se deixam iludir pelas prostitutas da política e beijam-lhes as mãos por receber de volta algumas migalhas do muito que lhes vem sendo roubado desde as origens dos tempos; dos que são incapazes de discernir, comover-se e indignar-se diante de infâmias.

Antes e depois de mim, muitos outros brasileiros, incomparavelmente melhores e mais lúcidos, chegaram à mesma conclusão e, embora sejamos minoria, sinto-me feliz e honrado por estar ao lado de Rui Barbosa. Já ouviu falar nele? Como você nunca lê, eu quase iria sugerir-lhe que pedisse a algum de seus incontáveis assessores que lhe falasse alguma coisa sobre a Oração aos Moços... Mas, esqueça... Se você souber o que ele, em 1922, disse de políticos como você e dos que fazem parte de sua base de sustentação, terá azia até o final da vida.

Pense a maioria o que quiser, diga a maioria o que disser, não mudarei minha convicção de que este País só deixará de ser o que é - uma terra onde as riquezas produzidas pelo suor da parte honesta e trabalhadora é saqueada pelos parasitas do Estado e pelos ladrões privados eternamente impunes - quando a mentalidade da população e de seus representantes for profundamente mudada.
Mudada pela educação, pela perseverança, pela punição aos maus, pela recompensa aos bons, pelo exemplo dos governantes.
E você Lula, teve uma oportunidade única de dar início à mudança dessa mentalidade, embalado que estava com uma vitória popular que poderia fazer com que o Congresso se curvasse diante de sua autoridade moral, se você a tivesse.
Você teve a oportunidade de tornar-se nossa tão esperada âncora moral, esta sim, nunca antes vista nesse País.
Mas não, você preferiu o caminho mais fácil e batido das práticas populistas e coronelistas de sempre, da compra de tudo e de todos.
Infelizmente para o Brasil, mas felizmente para os objetivos pessoais seus e de seu grupo, você estava certo: para que se esforçar, escorado apenas em princípios de decência, se muito mais rápido e eficiente é comprar o que for necessário, nessa terra onde quase tudo está à venda?

Eu não o considero inteligente, no nobre sentido da palavra, porque uma pessoa verdadeiramente inteligente, depois de chegar aonde você chegou, partindo de onde você partiu, não chafurdaria nesse lamaçal em que você e sua malta alegremente surfam, nem se entregaria a seu permanente êxtase de vaidade e autoidolatria.
Mas reconheço em você uma esperteza excepcional: nunca antes nesse País um presidente explorou tão bem, em proveito próprio e de seu bando, as piores qualidades da massa brasileira e de seus representantes.
Esse é seu legado maior, e de longa duração: o de haver escancarado a lúgubre realidade de que o Brasil continua o mesmo que Darwin encontrou quando passou por essas plagas em 1832 e anotou em seu diário: "Aqui todos são subornáveis".
Você destruiu as ilusões de quem achava que havíamos evoluído em nossa mentalidade e matou as esperanças dos que ainda acreditavam poder ver um Brasil decente antes de morrer.

Você não inventou a corrupção brasileira, mas fez dela um maquiavélico instrumento de poder, tornando-ageneralizada e fazendo-a permear até os últimos níveis da Administração.
O Brasil, sob você, vive um quadro que em medicina se chamaria de septicemia corruptiva.
Peça ao Marco Aurélio para lhe explicar o que é isso.
Você é o sonho de consumo da banda podre desse País, o exemplo que os funcionários corruptos do Brasil sempre esperaram para poder dar, sem temores, plena vazão a seus instintos.

Você faz da mentira e da demagogia seu principal veículo de comunicação com a massa.
A propósito, o que é que você sente, todos os dias, ao olhar-se no espelho e lembrar-se do que diz nos palanques?
Você sente orgulho em subestimar a inteligência da maioria e ver que vale a pena?

Você mentiu quando disse haver recebido como herança maldita a política econômica de seu antecessor, a mesma política que você manteve integralmente e que fez a economia brasileira prosperar.
Você mentiu ao dizer que não sabia do Mensalão
Mentiu quando disse que seu filho enriqueceu através do trabalho
Mentiu sobre os milhões que a Ong 13, de sua filha, recebeu sem prestar contas
Mentiu ao afastar Dirceu, Palocci, Gushiken e outros cumpanheros pegos em flagrante
Mente quando, para cada platéia, fala coisas diferentes, escolhidas sob medida para agradá-las
Mentiu, mente e mentirá em qualquer situação que lhe convenha.

Por falar em Ongs, você comprou a esquerda festiva, aquela que odeia o trabalho e vive do trabalho de outros, dando-lhe bilhões de reais através de Ongs que nada fazem, a não ser refestelar-se em dinheiro público, viajar, acampar, discursar contra os exploradores do povo e desperdiçar os recursos que tanta falta fazem aos hospitais.

Você não moveu uma palha, em seis anos de presidência, para modificar as leis odiosas que protegem criminosos de todos os tipos neste País sedento de Justiça e encharcado pelas lágrimas dos familiares de tantas vítimas.
Jamais sua base no Congresso preocupou-se em fechar ao menos as mais gritantes brechas legais pelas quais os criminosos endinheirados conseguem sempre permanecer impunes, rindo-se de todos nós.
Ao contrário, o Supremo, onde você tem grande influência, por haver indicado um bom número de Ministros, acaba de julgar que mesmo os condenados em segunda instância podem permanecer em liberdade, até que todas as apelações, recursos e embargos sejam julgados, o que, no Brasil, leva décadas.
Isso significa, em poucas palavras, que os criminosos com dinheiro suficiente para pagar os famosos e caros criminalistas brasileiros podem dormir sossegados, porque jamais irão para a cadeia.
Estivesse o Supremo julgando algo que interessasse a seu grupo ou a suas inclinações ideológicas, certamente você teria se empenhado de corpo e alma.
Aliás, Lula, você nunca teve ideais, apenas ambições.
Você jamais foi inspirado por qualquer anseio de Justiça. Todas as suas ações, ao longo da vida, foram motivadas por rancores, invejas, sede pessoal de poder e irrefreável necessidade de ser adorado e ter seu ego adulado.

Seu desprezo por aquilo que as pessoas honradas consideram Justiça manifesta-se o tempo todo: quando você celeremente despachou para Cuba alguns pobres desertores que aqui buscavam a liberdade; quando você deu asilo a assassinos terroristas da esquerda radical; quando você se aliou à escória do Congresso, aquela mesma contra quem você vociferava no passado; quando concedeu aumentos nababescos a categorias de funcionários públicos já regiamente pagos, às custas dos impostos arrancados do couro de quem trabalha arduamente e ganha pouco; quando você aumentou abusivamente as despesas de custeio, sabendo que pouquíssimo da arrecadação sobraria para os investimentos de que tanto carece a população; quando você despreza o mérito e privilegia o compadrio e o populismo; e vai por aí.... Justiça, ora a Justiça, é o que você pensa...

Você tem dividido a nação, jogando regiões contra regiões, classes contra classes e raças contra raças, para tirar proveito das desavenças que fomenta.
Aliás, se você estivesse realmente interessado, como deveria, em dar aos pobres, negros e outros excluídos as mesmas oportunidades que têm os filhos dos ricos, teria se empenhado a fundo na melhoria da saúde e do ensino públicos.
Mas você, no íntimo, despreza o ensino, a educação e a cultura, porque conseguiu tudo o que queria, mesmo sendo inculto e vulgar. Além disso, melhorar a educação toma um tempo enorme e dá muito trabalho, não é mesmo?
E se há coisa que você e o Partido dos Trabalhadores definitivamente detestam é o trabalho: então, muito mais fácil é o atalho das cotas, mesmo que elas criem hostilidades entres as cores, que seus critérios sejam burlados o tempo todo e que filhos de negros milionários possam valer-se delas.

A Imprensa faz-lhe pouca oposição porque você a calou, manipulando as verbas publicitárias, pressionando-a economicamente e perseguindo jornalistas.
O que houve entre o BNDES e as redes de televisão?
O que você mandou fazer a Arnaldo Jabor, a Boris Casoy, a Salete Lemos?
Essa técnica de comprar ou perseguir é muito eficaz. Pablo Escobar usou-a com muito sucesso na Colômbia, quando dava a seus eventuais opositores as opções: "O plata, o plomo". Peça ao Marco Aurélio para traduzir. Ele fala bem o Espanhol.

Você pode desdenhar tudo aquilo que aqui foi dito, como desdenha a todos que não o bajulem.
Afinal, se você não é o maior estadista do planeta, se seu governo não é maravilhoso, como explicar tamanha popularidade?
É fácil: políticos, sindicatos, imprensa, ONGs, movimentos sociais, funcionários públicos, miseráveis, você comprou com dinheiro, bolsas, cotas, cargos e medidas demagógicas.
Muita gente que trabalha, mas desconhece o que se passa nas entranhas de seu governo, satisfez-se com o pouco mais de dinheiro que passou a ganhar, em consequência do modesto crescimento econômico que foi plantado anteriormente, mas que caiu em seu colo.
Tudo, então, pode se resumir ao dinheiro e grande parte da população parece estar disposta a ignorar os princípios da honradez e da honestidade e a relevar as mentiras, a corrupção, os desperdícios, os abusos e as injustiças que marcam seu governo em troca do prato de lentilhas da melhoria econômica.

É esse, em síntese, o triste retrato do Brasil de hoje... E, como se diz na França, "l´argent n´est tout que dans les siècles où les hommes ne sont rien".
Você não entendeu, não é mesmo? Então pergunte à Marta. Ela adora Paris e há um bom tempo estamos sustentando seu gigolô franco-argentino...

Gilberto Geraldo Garbi

Transcrição By Cris Brandão

Sem explicação (by Fabi)

Ainda me desconcerta a capacidade destrutiva que algumas pessoas tem para pôr fim às coisas.
Disseminam maledicência, ferem, causam dor. Pior do que uma porrada bem dada, o comentário maldoso compromete pessoas e fere reputações.
É muito triste constatar que, fizemos papel de tolos confiando em alguém indigno de qualquer tipo de laço de amizade, que faz troça da sua intimidade, zombaria de situações consideradas normais dentro de um contexto de amizade e respeito, divulgando-as em rodinhas de bêbados em festas e /ou reuniõeszinhas particulares.
Na verdade, acho que pessoas que se comprazem nesse tipo de comportamento são sempre inquietas e infelizes, possuindo extrema dificuldade de se socializarem. O mais estranho nisso tudo é que quando encontram amigos de verdade, pessoas de boa índole, bom coração, que possa vir a amá-las com pureza de alma, agem de maneira sórdida e venenosa.
A amizade verdadeira, vai além de "eu te amo's" no Orkut, por sms no celular. Amizade verdadeira é construída sobre sólidos valores morais. Não se abala com facilidade e quando isso acontece, os verdadeiros amigos, sentam, conversam e tentam pesar na balança da sensatez, as razões pelas quais devem continuar a serem amigos.
Dizem, que tendemos a identificar nos outros, o que abunda em nós. Por isso pessoas bondosas, de sentimentos nobres e puros, são incapazes de enxergar maldade no próximo. Maldade essa, que leva um ser humano, dependente de outro (todos nós dependemos de alguém), a se aproveitar da boa fé, dos bons sentimentos de um amigo, promovendo-se às custas deste, promovendo boataria e destilando maldade.

Lamento informar, mas estarão fadados ao abandono, ao desamparo e à solidão, pq eu me recuso a acreditar, que pessoas em sã consciência, gozando de boas faculdades mentais, darão ouvidos aos surtos, à insanidade de um indívíduo desajustado social.
É nessas horas que agradeço a DEUS por conhecer todo e qualquer tipo de pessoas e por ter tão poucos AMIGOS. Poucos, porém , fiéis, parceiros, cúmplices e para toda a vida.
Acredito na bondade humana, ainda. E principalmente: acredito na amizade, sempre!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Desunião (by Gian)

Dos relacionamentos sempre tiramos algo proveitoso, mesmo que nosso companheiro não seja o adequado para aquele momento da nossa vida. Tem pessoa que quando se separa guarda rancores terríveis da relação, analisando o tempo de convivência como uma perda total do mesmo, evitando ver o antigo aliado que há poucos meses era o grande amor da sua vida.
Com raríssimas exceções, o que leva um casal a brigar são sempre os mesmo fatores, “aquilo que você me escondeu, aquilo que você não entendeu, aquilo que não deu certo, aquilo que foi mal interpretado...”, as pessoas não conseguem pensar que o acúmulo dessas adversidades no período de namoro, noivado e primeiros anos matrimoniais são perfeitamente normais em toda união, e se dessa vez não deu certo, as mesmas figuras voltarão em breve, nas mesmas características em que se deram nos momentos anteriores. Essa linha divisória estabelecida nos momentos difíceis é a mesma linha de junção em que irão se apoiar para tentar restabelecer a relação.
São duas vidas inteiras e independentes, cheias de pontos de vistas diferentes, culturais, emocionais e sexuais. Duas massas de modelar compostas de substâncias bem diversas que estão postas na mesa, loucas pra serem moldadas numa só, unificadas pra assim permanecerem. Contudo, quando o destino traz dificuldades maiores que prazeres, que tenhamos pelo menos o sentimento de levar dali o positivo, e que aquele mal estar que se revira dentro de nós em momentos que procedem ao término fique ali sufocado pelas belas recordações dos momentos felizes da união.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Game Over (By Cristiane)


Nada sei ou querem me tirar de burra. Posso unicamente inferir minha singela opinião a respeito dos atuais acontecimentos políticos do meu Brasil: Serra cai nas pesquisas como nunca vi em eleições antecedentes. O gráfico das pretensões eleitorais já faz um verdadeiro “X” de Dilma subindo e Serra descendo. São 55 % petista contra 22 % tucano, se continuar assim à eleição termina em primeiro turno com Marina do PV em segundo lugar, uma derrota vergonhosa para quem se achava eleito no primeiro bimestre do ano. Agora, depois disso tudo, nas últimas horas, surgem ataques de todos os lados: Revista veja denunciando Casa Civil com suposto crime de Tráfico de influência, quebra de sigilo da filha do candidato, e sei lá mais o que vem por aí. A pergunta é: Time de futebol quando ta ganhando por nove a um, aos trinta e oito do segundo tempo, precisa subornar juiz em cima da hora? Ou é o time que ta perdendo que quer forçar um possível suborno, ou até mesmo comprar um, pra ter uma boa desculpa para a enxurrada de gols?
Precisa saber matemática demais pra ver quem está com a mentira na chuteira ou sou péssima mesmo em raciocínio lógico?
Tem gente que não sabe perder.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Valor (by Gian)

Escutando uns rocks nacionais dos anos oitenta me deparei com um som que eu gostava muito na adolescência (e a cada dia que passa gosto mais). Diz sobre Valores. A Banda é de Brasília, Plebe Rude, e ainda continua na ativa. A letra tinha passagens interessantes do tipo:

A gente só dá valor às máquinas
Quando não funcionam mais
Só damos valor à tranqüilidade
Quando não nos deixam em paz;
A gente só dá valor ao trabalho
Quando estamos desempregados
A gente só dá valor à religião
Quando estamos desesperados.
A gente só dá valor às amizades
Quando estamos na solidão
Nós só damos valor à frieza
Quando perdemos a razão(...)
(...)Quem não da valor ao que tem
Não merece ter nada de valor "

Faz pensar não é mesmo? Você valoriza o que? E por que?
Lembro que quando perdi meu avô o quanto de lágrimas derramei debaixo do chuveiro pensando no valor que poderia ter dado. Sempre me trazia chocolates, me beijava ao sair de casa, me paparicava na frente dos amigos que diziam que ele era meu pai, por não aparentar idade pra ser avô. Eu o correspondia apenas com um sorriso de timidez. Que tristeza me invade até hoje nunca ter dito EU TE AMO AVÔ, VOCÊ FAZ MEU DIA SER MAIS FELIZ QUANDO ESTÁ COMIGO! Mas não sei se isso é questão de valor, eu o amava e acho que isso ele percebia ao ver meu sorriso tímido. No céu agora ele sabe o valor que eu dava a ele, pois céu que se preze deve ter Internet e vovô com certeza acessa a Nossa Biboca, juntamente com os animais que ele amava tanto (bicho no céu tem as mesmas prerrogativas que gente).
Há muito tempo atrás, no período pré-socrático, as pessoas davam maior valor àqueles que viviam das artes, que faziam coisas belas com as mãos. No período pós-socrático, a razão e a inteligência eram as qualidades mais estimadas num homem, sendo a erudição o pressuposto fundamental para se diferenciar o bom do mediano e do ruim.
Hoje a maioria das pessoas dá valor ao lucro, aos bens materiais. O dinheiro é a forma usual de separar quem pode ou não se sobressair aos demais. Estamos na direção certa ou andamos pra trás? Você dá valor a que?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Política (by Fabi)



Tenho tido ferrenhas discussões com alguns amigos e com meu amado namorado, politizadíssimo, diga-se de passagem, sobre o tema em voga: política. Que estranhamente, só fica em voga, em época de eleições, e/ou qdo algum escândalo"daqueles" de encher cuecas com dinheiro, choca os milhões de brasileiros, que se veem lesados em sua boa fé.
Tenho vivido um dilema muito grande sobre "votar ou não votar: eis a questão!"
Tenho ouvido sempre "Ohh mas vc é uma educadora!!" "Formadora de opiniões!" "Lida com mentes jovens!" "Como vc não vai votar?" Que fique bem claro que não sou uma alienada, sou boa leitora, gosto de escrever, conheço os problemas de meu país. Só não conheço ainda as soluções para eles. Nem o caminho das pedras....
Minha postura e minhas dúvidas podem até escandalizar alguns, podem até ser encaradas como uma atitude passiva de quem quer se eximir de culpa ou reponsabilidade, mas não é nada disso.
Eu não quero é tomar parte em um processo que não tem a intenção de beneficiar pessoas, antes imperceptivelmente, ele acaba privilegiando apenas uma minoria, os agentes de seu andamento.
Não tento impor minhas convicções, que na verdade nem sei se são convicções, apenas vejo um Brasil esperançoso e sedento por uma mudança que nunca chega! Vejo o cidadão, doador iludido de seu voto, elevar à categoria de autoridades, homens que ao invés de fazerem juz a essa confiança, não visam dar resultados às pessoas. Infelizmente, nosso país ainda é despreparado para esse processo democrático. Não sabemos votar. Elegemos governantes incapazes de gerir a máquina do Estado, desonestos, amorais. Tem gente boa nesse meio? Não sei. Não me envolvo nem para saber se há ainda alguém que se salve em meio à tanta corrupção. Quem no meio político, ainda se compromete com os interesses do povo? Se preocupa com o favelado? Com o trabalhador que à duras penas ganha o pão de cada dia? Com os professores, cada vez mais cansados com a jornada frenética de trabalho a que se submetem para poder viverem dignamente? Com os policiais que estão na linha de frente de uma guerra que parece não ter fim? Com os médicos, tão doentes quanto o nosso sistema de saúde? Promessas vazias, discurssos utópicos, improváveis de se concretizarem no real.
"Tiriricas", "Mulheres-Pêras", "Clodovis", "Romários", "Tatis Quebra-barracos".
DEUS nos ajude!
Definitivamente, ando meio perdida politicamente... Pq será?


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Hospitalidade (by Fabi)

Como é bom viajar! Conhecer novos lugares, novas pessoas, fazer amigos...
Estar em boa companhia, em bons lugares, definitivamente, não tem preço! Recentemente estivemos em Minas Gerais e essa viagem serviu para reforçar um pensamento que eu já tinha: de que tratar bem "o outro", cativa, conquista, traz p/ perto. De como é bom sermos inclusivos, hospitaleiros, educados, sutis, gentis, atenciosos...Fomos tão bem recebidos por uma família tão carismática, acolhedora, humilde, amável, num lugar tão gostoso, tão bucólico, tão simples, que a vontade de voltar p/ casa foi ficando meio de lado e o desejo de voltar p/ lá, agora só aumenta.
Fomos muito bem ciceroniados pelo Sr. Antônio e Sra. Sandra, tios de nossa querida amiga Gisele, a qual somos gratos também pelo convite mais do que especial. Enfim, pessoas lindas, que nos cederam um pedacinho de seu lar e de seus corações.
Afinal, calor humano é tudo e gentileza, sempre gerará gentileza!!!!


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Estratagemas para uma Vida Feliz (by Cristiane)

Sinto uma pontinha de inveja dessas pessoas que compram o jornal apenas pra ler o horóscopo, que quando vão a uma banca de revista abrem e foliam ansiosas os periódicos da “Atrevida”, “Ti-Ti-Ti” e “Contigo” pra saber as novidades dos atores e das telenovelas. Que assinaram a cara revista “Caras” e com altas expectativas aguardam sua chegada para saber qual famoso estará naquelas paradisíacas ilhas, e qual sapato de salto alto está sendo usado por fulano.
Felizes essas imaginações pobres. Felizes aqueles para quem os signos revelam seus significados e o limiar dos seus dias, a eterna felicidade numa nota de vinte palavras. Felizes os que agem sem prever as mil conseqüências de seu gesto e antecipam as respostas a todos os atos, aqueles que não refazem seus passados nem se poupam pro futuro, aqueles que nunca se questionam e que jamais falam consigo mesmo usando a voz de seus opositores.
Pobre de mim, na minha egoísta economia, na desesperada e eterna preocupação, na corda bamba do arrependimento, na covardia da exposição, na coragem de amar.