Sejam Bem-vindos

Ideia, cinema, literatura, opinião, crítica, política, Direito, dia-a-dia - Um espaço para escrever, relaxar e soltar o verbo.
A preocupação é deixada de fora.


Sinta-se em casa!




segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Vínculos (by Cristiane)

As influencias deixadas pelos nossos familiares em nós, mais especificamente vindo de nossos pais, é uma coisa fantástica. Pegamos trejeitos, adotamos manias e imperceptivelmente carregamos características por toda a vida daqueles que nos criaram e nos ensinaram certos preceitos sociais.
Nesse dias achei uma velha fotografia da minha mãe, de perfil, olhando distraidamente para o céu. Vi-me ali. Apenas alguns detalhes nos diferenciavam. Pra todos que mostrei foram às mesmas opiniões, meu pai até falou que sou minha mãe em miniatura, até no jeito de falar e de dormir de lado com as mãos coladas, como se estivesse orando. Alguns podem achar que essas semelhanças vêm dos genes, da hereditariedade, e que na maioria das vezes filho puxa os pais na aparência. Parcialmente tem razão os adotam essa posição, todavia, o conviver diário com nossos tutores, faz-nos ser quem somos. Como exemplo disso posso dar o de um casal de amigos, ambos descendentes diretos de holandeses, que moram no Brasil e adotaram uma criancinha negra. Quando a vejo falando, rindo ou se chateando com qualquer coisa, ela é a cara da mãe, vemos nitidamente traços dos pais adotivos naquele novo e adaptado membro da família. O amor, atenção e o afeto dos pais são preceitos fundamentais para o futuro da nova raiz que brotará para a sociedade. Existe uma fábula de quando Deus Criou Adão, ele sentiu-se muito sozinho, e queixou-se disso. Então Deus o fez adormecer, retirou dele uma costela e desse material fez Eva. Ao acordar Adão viu aquela bela fêmea à sua frente e não se mostrou muito satisfeito. Deus então perguntou: “Continuas aborrecido? vês que bela mulher criei para tu”. Adão respondeu “Sim, mas eu preciso primeiro de uma mãe”.
A criança que não encontra no seio da família uma comunidade amorosa e positiva, que lhe de apoio e segurança, provavelmente desenvolverá uma armadura, uma carapaça indicativa da sua perda de fé nos outros, no futuro e na vida. Raramente conseguirá superar os obstáculos sentimentais para fazer-se feliz como os demais.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pleito (by Gian)

É chegada à época eleitoral. Importante momento de escolhermos nossos futuros representantes, dessa vez para os cargos mais altos do escalão constitucional. Amo muito tudo isso! Sou fã do horário político gratuito, assisto noventa por cento dos debates, escolho com rigor meus representantes da Câmara e do Senado. Para o executivo normalmente a gente já tem alguma opinião formada, mesmo aquele que não acompanha o noticiário percebe um pouco de quem já fez, quem não fez, e quem fez errado quando esteve investido no poder de chefia. Contudo o que me diverte mais nesse período é a ousadia de ataque dos leigos, os apolíticos assim chamados, que nunca sabem nada, não citam três dos onze ministros do Supremo (mas sabem de cor o elenco do clube de futebol do coração) e nem imaginam o que é política partidária, visto que escolhem candidatos cuja militância política diferem da água pro vinho um do outro; E sempre usam o mesmo artifício, que é tentar rebaixar o candidato que não gosta com calúnias ou com inúmeras mensagens de correio eletrônico sem qualquer nexo com nossa realidade conjuntural democrática. O que recebo de “piada” ridiculamente mal elaborada não está no gibi, nem respondo, é claro!
O que impressiona é a semelhança das ofensas. O critério usual para o emprego de calúnias e provocações é sempre o mesmo. Desde as primeiras eleições até hoje não se muda nada. É impressionante, parecem que copiam e colam mensagem mudando somente o nome ou o rosto do candidato da vez. Ridículo! Melhor seria se ousassem com dados ou resultados atuais, mas não o fazem por falta de competência! Copiar, colar, mudar o nome do candidato, muito fácil. Podem usar qualquer nome ou foto, nada transmite eficiência plausível digna de apreço. Mas felizmente (ou infelizmente?) essa pequena elite mal informada já está com seus dias contados. O Brasil cresce politicamente. A maioria já sabe o que quer e já discorre com motivos fáticos de sua posição sufrágica, seja ela qual for. Nossa realidade político-administrativa e legislativa está tão clara como água cristalina, não necessitamos mais recorrer a insultos pessoais para explicar a coerência de nossas decisões, não precisamos mais de apenas “ir com a cara” de um candidato para confiarmos nele um voto. A realidade está aí, os números, as estatísticas, os ideais; as fichas estão todas na mesa! O princípio da transparência e da publicidade nunca foi tão bem aplicado. Dê uma olhadinha, vai...Esqueça seus preconceitos, jogue limpo. Vote sério.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Simples (by Fabi)



Os beijos, com os quais vc me desperta pela manhã, ainda queimam minha pele.
As palavras doces que vc sussurra em meus ouvidos ainda ecoam. Não quero deixar de ouvi-las. Preciso ouvi-las e remoer cada sílaba no decorrer do meu dia.
Quando me tocas ocasionalmente, qualquer outra intenção que não seja estar sob o teu corpo, torna-se banal e corriqueira. É lá que eu quero estar. Incrustada em vc, como as algas nas pedras que beiram o mar. Misturando o meu cheiro no teu. Cheiro ácido, cheiro de guerra, cheiro de luta. Unindo minhas secreções às suas. O peso do corpo na pele frágil, a força da masculinidade desvencilhando qualquer obstáculo. Mãos fortes que teimam em violar, explorar...Embolando seus dedos em meus cabelos, provando o gosto da pele marrom. Fazendo de nossos gritos e sussurros uma melodia. Isso é música para os meus ouvidos. Eu não quero parar. Parar pra que? Isso é tão necessário qto respirar. É uma loucura necessária.
Boca, seios, pernas, sexo, colo, tudo lateja, adormece, entorpece. Corpo retesado de desejo. Cerram-se os olhos. Fixam-se os olhos, encaixam-se os corpos. É como morrer e nascer de novo, só que num parto diferenciado, ser gerado no âmago do prazer e vir ao mundo nos braços de alguém. Não há medo, sombra, nem escuridão. Apenas expectativas. É tudo tão descomplicado, tão simples...
É, é tudo muito simples. É química, calor, estupor, é amor!
É isso que torna a vida mais aceitável.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Naturalmente amor. (by Cristiane)

Esteja onde estiver ame. Os fenômenos da sua vida acontecerão de toda a forma, a dor e a alegria hão de surgir no que quer que você faça: Suar com sexo, orar sem fé, andar pra trás, chorar à toa, contar dinheiro, cheirar cutículas, doar bens, confessar pecados, morrer de ciúmes. Nada disso o exorcizará do amor. O amor. Aquele que ninguém consegue definir, que começa com o calor mórbido da compaixão mista de desprezo, de um querer crescente que se nanou angustia, desprezo. E que acorda afeto. Exterioriza em realidade, em querer. Num amar tão evidente que tudo faz valer e nada se torna forçado. Amar por amar, para amar, numa atitude inteiramente normal, cujo sentimento revela-se sempre em duas correntes: a do sentimento terno e afetuoso, e o sensual, onde podemos prová-lo na sua forma mais límpida e defini-lo sem dizermos qualquer palavra.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Amigos (By Cris Brandão)



Não sei explicar direito a razão. Mas hoje acordei pensando sobre amizade. Não o que os amigos representam, na verdade; mas a função que cada tipo, (e acreditem que há uma gama deles), existente exerce em nossas vidas. O quanto somos influenciados, e, até com uma pitada de maldade, eu poderia dizer manipulados por eles.
Sempre lemos, INFELIZMENTE, aquele monte de e-mails “carinhosos” que recebemos de nossos “amigos”, correntes ressaltando o significado da amizade e blá, blá, blá... Pura punheta, (que os mais cultos e menos liberais me desculpem pelo termo chulo). E até, dependendo do dia, nos comovemos com as mensagens combinadas às mensagens desses PPS’s, de acordo com a fragilidade do momento em que os lemos.
Agora, pergunto a vocês, “MEUS AMIGOS”, quem pode afirmar que tem um verdadeiro amigo? Obviamente, pelo menos na maioria dos casos, parentes imediatos não contam. Garanto a vocês que meus pais e meu irmão são meus AMIGOS. Amigos verdadeiros que torcem, sofrem, ajudam, desejam, preocupam-se, e, detalhe: morreriam por mim. Acho que esse é o tipo mais raro e poderemos considerá-lo em nossa lista, como “AMIGO TIPO 01”. Ou até nem mesmo considerá-los como amigos, já que não há termo de comparação a eles. Deixo isso a critério de vocês, AMIGOS leitores.
Bem, existem, entretanto, logo após a este grupo, que dificilmente você incluirá mais algum nome durante toda a sua existência terrena, outras pessoas que também se tornam importantes demais, que acredito fazerem parte do grupo “AMIGOS TIPO 02”. E estes são na verdade o cônjuge, (claro que em casos raros!! rsrsrs), os amigos de infância que conseguiram atravessar conosco aquela fase de descobrimento de nossas vidas e ainda estão presentes de alguma forma, e alguns parentes mais próximos a quem cultivamos bem querer e simpatia, mas nunca morreríamos por eles, em hipótese alguma.
Agora é que a coisa começa a ficar complicada e o texto vai chegando ao fim. Temos o grupo “AMIGOS TIPO 03”, que são os outros. Uns por simpatia apenas, outros por interesse, vaidade, inveja e por aí vai; a lista é interminável. Lembro-me sempre de uma música do Leoni, artista que muito admiro, (infelizmente não o conheço pessoalmente pra poder dizer que é meu AMIGO), muito bacana chamada “Carro e grana”. Quem não a conhece é fácil, fácil de achar. Ela homenageia esse grupo de amigos, “AMIGOS TIPO 03”. Amigos tipo “DA ONÇA”, ou fazendo um trocadilho mais sarcástico e maldoso, “AMIGOS TIPO ZERO”, que é um dos tipos mais comuns e todos nós costumamos colecioná-los aos montes pelas esquinas da vida.
Bem amigos! Como diria nosso AMIGO Galvão Bueno em suas transmissões futebolísticas, é mais ou menos por aí. Poderíamos listar mais alguns TIPOS DE AMIGOS, mas acredito que quase todos estarão distribuídos nessa ordem que citei.
Para finalizar, então, deixo um provérbio para vocês pensarem, AMIGOS: “Em terra de cego, quem tem um AMIGO é rei”...
“Live Free Die Well”

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Chegou a nossa vez (By Cris Brandão)


Mais um fim de semana e mais um jogo do Fluzão. Líder absoluto do brasileirão, como que, pelo que parece, nunca ninguém antes, que delícia. 76 % de aproveitamento inédito na era dos pontos corridos. Líder absoluto com quatro pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Corinthians, e 10, (pasmem), sobre o terceiro colocado, o Avaí.
Para os tricolores, como eu, que pouco se lembram da última conquista, ainda naquela época de cabelos estranhos, roupas esquisitas e do saudoso Rock nacional, chego a arriscar que muito brevemente poderemos comemorar novamente, (e até que enfim...), o tão sonhado bi. Além disso, arrisco-me ainda mais em palpitar em outras vitórias inéditas e globais.
Acredito, hoje, sinceramente, que seremos campeões brasileiros, da Libertadores e Mundiais muito brevemente, e de novo, (para quem se lembra da discutida, embora real, conquista dos idos de 50). Sem faltar com o devido respeito às outras equipes, arrisco-me ainda mais e AFIRMO que “O time de guerreiros’, “Galácticos” ou como queiram apelidar a nossa seleção tricolor, estará, muito em breve, muito além de qualquer outro do Brasil. Os meninos da Vila estão indo embora, diga-se de passagem.
Domingo que vem tem clássico. O Fluzão vai encarar o Vasco pela décima quinta rodada do campeonato. Para os vascaínos de plantão, prendam a respiração e tentem segurar o time de guerreiros. Acho que volta Fred e estréia Deco. Vai ficar difícil com Deco e Conca na meiúca distribuindo. Ainda mais com o Sheik voando lá na frente, 4 jogos, 4 gols. O Muricy até brincou dizendo que só dá pra escalar o time agora com 12 em campo...
Então é isso, irmãos tricolores. Podem esperar o que há de melhor. Será a nossa vez, depois de tanto tempo e sofrimento. Até que enfim. A gente se vê, em breve, no mundial.
Saudações tricolores, como nunca antes.
"Live Free Die Well"

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Inveja (by Fabi)


Ela é um dos 7 pecados capitais. Vem sempre acompanhada de raiva e amargura. Faz mais mal a quem sente do que a quem é alvo dela. É uma fraqueza humana. É a inveja.
Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu uma "pontinha" de inveja do sucesso alheio! Pois é, sabe aquele estranho incômodo que dá no nosso íntimo quando quem nos rodeia se destaca sob qualquer aspecto? Lamento informar, mas chama-se inveja. Mas relaxa!!! Uma certa dose de inveja é até aceitável e como é moralmente condenada, seja socialmente, seja do ponto de vista religioso, nunca admitimos que sentimos... E como podemos driblar esse sentimento? Simples. Tente transformar aquele "desagrado" inicial, com uma atitude criativa. Como? Sua melhor amiga, arrumou um namorado. Além de vc ter perdido a companheira de balada, ainda tem q amargar o fato do bofe ser um espetáculo. Vá a luta menina!!!! O sol nasceu p/todas e a sua vez chegará, faça uma super produção e parta p/a caça!!! Uma vez lendo sobre Cazuza, descobri que a música "Brasil", que diga-se de passagem, é uma de suas melhores composições, foi criada num momento de inveja. Cazuza afirmou que compôs Brasil motivado pela inveja que sentiu de "Que país é esse?" de Renato Russo. Viu só? Uma atitude positiva diante da vida, diante da inveja, pode fazer toda a diferença.
É claro que existem os invejosos destrutivos, aqueles que boicotam projetos, sabotam sonhos e desejos dos outros. Tentam depreciar tudo o que os outros fazem, obviamente melhor do que o que eles fizeram. O sucesso, a felicidade, a satisfação do outro lhes corrói a alma, passam a ver a vitória e a conquista alheia, como uma derrota sua e são apenas pessoas infelizes, dignas de compaixão, pois todo o mal que desejam, volta p/ si triplicado.
A grande verdade é que todo o cuidado é pouco com esse tipo de gente. Proteja-se dos invejosos!
Não saia falando de sua vida para qualquer um, não abra as portas de sua casa e/ou de sua vida para alguém que demonstra certa obcessão por tudo que diz respeito a vc. Mantenha uma relação apenas cordial com essas pessoas, tratando-as com cordialidade, educação, coleguismo, nunca com muita intimidade.
O invejoso se alimenta de boas ações, bons sentimentos, boa-vontade, solicitude. Por isso, proteja-se! A inveja pode ser perigosa e daninha!
Para os invejosos de plantão: VC É ÚNICO! Suas características, aspirações, desejos e personalidade, não são iguais aos de ninguém! Não queira ser o outro! Admirar alguém, gostar de alguém está muito longe de querer ser esse alguém...Busque dentro de vc, a força necessária para erguer-se e destacar-se também...


"Ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem; inveja é querer que o outro não tenha." (Zuenir Ventura)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O mundo pela janela (By Cris Brandão)

Hoje eu passo a tarde no carro. Da janela, observo o vai e vem das pessoas nesse transe coletivo e infinito da vida urbana. Uns passam sorridentes, outros apressados, alguns ao telefone, outros acompanhados, de mãos dadas, arrumando os cabelos, mascando um chiclete ou falando sozinhos. Fumantes, aleijados, mendigos, crianças, adolescentes e idosos; “tics” nervosos e cacoetes, cacoetes aos montes, puta que pariu! Milhares. Homens, mulheres, assexuados, putas e travestis. Ternos, vestidos, gravatas, bermudas, tênis, roupas íntimas aparentes. Pensamentos e mais pensamentos transbordando num silêncio agonizante em meio aos barulhos da cidade viva. Trânsito, carros, insetos, sol e bundas. Jornais, lixo e cachorros revirando as latas, esfomeados, satisfeitos com migalhas. Chinelos e pés descalços, sapatos e passos, passos infinitos. Beleza, feiúra, padrão. Vozes, gemidos e olhares.
A cidade respira. Vive. As cores se misturam, celebram a vida, que passa quase que despercebida aos milhares de olhos mirados para dentro, sempre.
Asfalto, calçada, postes, semáforos: verdes, vermelhos, amarelos, pedindo atenção. Tudo pede atenção. Transversais, paralelas e vielas; botecos e lojas e jogo do bicho. Banqueiros, aposentados, miseráveis e ladrões de merda. Ratos também. Tudo da janela do carro. Essa tarde, a janela do mundo.
"Live Free Die Well"...

Purifique-se! (by Fabi)


Quanto tempo perdemos na vida, odiando? Quanto tempo perdemos na vida, mentindo, enganando aos outros e à nós mesmos, sentindo inveja, rancor, guardando mágoas que insistem em ferir o nosso coração? Sentimentos impuros, feios que, às vezes, por uma vida inteira, carregamos e ignoramos o quanto eles nos fazem mal. Fazem mal ao nosso interior, à nossa essência, à nossa natureza humana tão falha, inconstante e reticente.
Em nossa breve passagem aqui pela terra, privamos-nos, muitas vezes de sermos felizes, de amarmos ao próximo, de "vivermos" a plenitude dos sentimentos e emoções, pois acabamos gerando em nós mesmos uma energia ruim pelo outro.
Purificar-se de tudo aquilo que te atrapalha em sua caminhada em busca do bem é fundamental! Purificar-se é renovar-se, começar de novo, receber o novo em sua vida como uma nova oportunidade de tentar ser feliz, uma felicidade sem máculas, sem nenhum tipo de ranço de passado.
É uma reforma íntima!
Busque dentro de si mesmo a força que vc tem, lute com armas como o amor, o bom senso, a lucidez. Perdoar além de esquecer é apagar. É anular, deletar. É jogar fora de si mesmo todo o lixo tóxico que contamina a alma e se transpõe ao físico, causando doenças, desencadeando uma infinidade de distúrbios.
Amar ainda é o melhor remédio. Lembre-se: O PERDÃO É SEMPRE PARA QUEM PERDOA!
A felicidade pertence a aquele que pode oferecer, que a possui para dar.
E se você tiver ainda muita dificuldade para perdoar, pense que tudo passa. Passam as coisas ruins, passam as pessoas que as provocam. Só o bem permanece para sempre.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Corte (by Cristiane)

Deu nesses programas vespertinos de fofoca e inutilidades da vida prática que “Toda Mulher Ama Salão de Beleza”. Falam “toda” com uma certeza que nem Deus duvidaria.
Tirem-me desse “toda”, não gosto de salão, faço o que tenho que fazer em casa. Somente na hora do corte de cabelo é que tenho que procurar algum profissional, pois não sei fazer sozinha. E chegando lá sento sem paciência na cadeira de espera, nem pego revistas, pois já sei que são sobre intrigas de celebridades ou então um tradicional exemplar da “Veja”, colocada ali para pessoas burras que acreditam que naquelas páginas tendenciosas sejam ditas verdades políticas sobre o nosso país e governo. Melhor seriam se usadas na limpeza da privada ou no coco de algum bicho de estimação.
Pronto, sou atendida, sento-me no trono, e ouço “quem pintou seu cabelo assim?” Não respondo, deixo a indignada cabeleireira sem resposta, que puxa e sacode de cada lado das minhas orelhas mechas de cabelos semimolhados que serão cortados independente do modo ou da cor que usei ao pintá-los. “Você tem cabelos bonitos e fortes, pelo menos isso né? Vai dar pra fazer alguma coisa legal aqui”. Devo interpretar uma frase dessa como ofensa ou elogio? Devo responder algo? Obrigada, é o que digo.
Depois de muita esfregação, cortes e penteados sou finalmente liberada para sair do trono e seguir minha vida. Antes tenho que pagar e jurar fidelidade à cabeleireira: Sim Adorei Fiquei Linda Mesmo Tem Razão Rejuvenesceu-me Uns Cinco Anos Pelo Menos É Claro Que Voltarei Obrigada Por Tudo.
Não contem pra ninguém, odeio salão de beleza.

domingo, 1 de agosto de 2010

Agradecimento (By Cris Brandão)

Essa primeira postagem deveria ser algo assim, humm, mais especial, sobre algum tema envolvente, ou um assunto interessante... Mas não, definitivamente, não. Quero deixar apenas uma nota. Uma nota de agradecimento por poder participar disso aqui que é espetacular. É muito bom poder dividir esse espaço com uma pessoa a quem desejo toda a sorte, todo o mundo, todo o bem, enfim, tudo de melhor. Amo você, irmão, da maneira mais singela e honesta que acho eu ser possível nesse mundo que dividimos. Obrigado por me convidar para a "Nossa Biboca", obrigado por ser meu irmão. Tenho muita sorte por isso.
Um beijão no coração!
"Live Free Die Well"...