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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O novo, de novo!



Dificilmente a gente consegue cumprir determinadas metas preestabelecidas se não tivermos um prazo limite obrigatório para sua realização. Se dependermos somente da nossa boa vontade, sem ter aquele chicote da obrigatoriedade nos vigiando, as coisas atrasam ou simplesmente não acontecem. Esse meu blog é um exemplo disso, se vocês observarem as datas das postagens de setembro e de outubro do ano passado, verão que existia uma certa regularidade de uma semana entre uma e outra postagem, isto porque, naquela época, eu prometi a mim mesmo que postaria algo por aqui pelo menos semanalmente. Mas consegui manter o ritmo? Claro que não! Nesse período de quatro meses devo ter assistido uns 30 filmes muito  bons, e pela menos a metade deles mereciam uma crítica bacana aqui, mas a preguiça e a falta de tempo não me deixaram escrever. E isso sem falar na fase política que o nosso país e o mundo atravessa; eu tinha MUITO, mas MUITO que dizer sobre PT, oposição, mídia, atentados terrorista, eleições na Argentina e Venezuela, Palestina e Israel, USP, ocupações em universidade, tentativa de Golpe Eleitoreiro, luta de classes e etc...Mas não rolou. Também queria fazer um blog totalmente novo, voltado exclusivamente aos direitos do funcionalismo público federal, juntando doutrinas, jurisprudências e opiniões das mais diversas esferas, e assim criar um canal para debates e perguntas sobre todo o amparo legal da área; e isso também está sendo empurrado pra frente.

O ano terminou e hoje completo mais um ano de vida.

Tudo recomeça com novos ares e ânimos renovados. Pretendo fazer tudo aquilo que comentei acima e mais um pouco. E sem o chicote da obrigatoriedade. Tudo tranquilo, feito com carinho e aos poucos, sem pressa ou pretensão, com humildade e honestidade.
As únicas coisas que peço é paz, sabedoria e vitalidade, trilogia essa que se desdobra em muitas outras virtudes e possibilita as conquistas desejadas para uma existência feliz. Vitalidade pode fazer exigências ao mundo quase tão imperiosamente quanto a beleza, e sabedoria pode ser à base de sustentação de toda escolha. A paz é a interiorização das abstrações que te fazem ter uma regularidade nas ações, no pensamento, na vida em geral. Opa, vou parar por aqui, isso está parecendo uma introdução de livro de autoajuda.
Feliz aniversário pra mim. De agora em diante não revelo mais minha idade, não pra não querer envelhecer ou parecer velho para os outros, mas para continuar jovem para mim, envelhecer o corpo quando se rejuvenesce a mente. Opa...mais autoajuda? Para né!
07/01/16

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