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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Já se tornando o Best Seller do Natal (By Cristiane)


Quanto maior é à vontade dos meios de comunicação de esconder a verdade, mas pessoas correm atrás dela por meios próprios. Provavelmente foi esse o motivo do estouro de vendas do livro “A Privataria Tucana” de Amaury Ribeiro JR., que só no primeiro dia do seu lançamento vendeu 15 mil cópias. Vendagem essa feita sem a propaganda das grandes empresas midiáticas que controlam e monopolizam as informações políticas que chegam até você (O Globo, época, Veja, Folha, etc), estão todos eles num silêncio ensurdecedor, pois as 344 páginas do livro contrariam seus interesses pessoais e o bom humor de seus colunistas e anunciantes. Quem quiser entender um pouquinho o Brasil entreguista de FHC E Serra, não pode deixar de tê-lo em casa. Sem dúvida, o livro mais importante do ano.

Alguns destaques do livro:

As imagens do Citco Building, em Tortola, Ilhas Virgens britânicas, gavetas recheadas de empresas offshore, "a grande lavanderia", pág. 43.

Sobre a pechincha da venda da Vale, na pág. 70.

Sobre o grande sucesso "No limite da irresponsabilidade", na voz de Ricardo Sérgio., pág. 73.

Sobre o MTB Bank e sua turma de correntistas, empresários, traficantes e políticos de várias tendências, e a pizza gigante de dois sabores (meio petista, meio tucana) da CPI do Banestado, pág. 75.

Como a privatização tucana fez o governo (com o seu, meu dinheiro), pagar aos compradores do patrimônio público, pág.171.

A divertida sopa-de-nomes das empresas offshore, massarocas intencionais para despistar a polícia do dinheiro do crime, pág. 188.

Os grandes personagens do sub-mundo da política, arapongas que trabalham a quem pague mais, pág. 245.

Um perfeito resumo do que realmente aconteceu na noite dos aloprados, no Hotel Ibis, em São Paulo, pág. 282.

Um retrato completo do modus operandi da mídia pró-serra na eleição de 2010, a partir da pág. 295.

Outro resumo perfeito, do caso Lunus, quando a arapongagem serrista detonou a candidatura de Roseana Sarney, pág. 314.

Sobre para-jornalistas que acabam entregando suas fontes e sobre fontes que confiam em para-jornalistas, pág. 325.

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