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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pleito (by Gian)

É chegada à época eleitoral. Importante momento de escolhermos nossos futuros representantes, dessa vez para os cargos mais altos do escalão constitucional. Amo muito tudo isso! Sou fã do horário político gratuito, assisto noventa por cento dos debates, escolho com rigor meus representantes da Câmara e do Senado. Para o executivo normalmente a gente já tem alguma opinião formada, mesmo aquele que não acompanha o noticiário percebe um pouco de quem já fez, quem não fez, e quem fez errado quando esteve investido no poder de chefia. Contudo o que me diverte mais nesse período é a ousadia de ataque dos leigos, os apolíticos assim chamados, que nunca sabem nada, não citam três dos onze ministros do Supremo (mas sabem de cor o elenco do clube de futebol do coração) e nem imaginam o que é política partidária, visto que escolhem candidatos cuja militância política diferem da água pro vinho um do outro; E sempre usam o mesmo artifício, que é tentar rebaixar o candidato que não gosta com calúnias ou com inúmeras mensagens de correio eletrônico sem qualquer nexo com nossa realidade conjuntural democrática. O que recebo de “piada” ridiculamente mal elaborada não está no gibi, nem respondo, é claro!
O que impressiona é a semelhança das ofensas. O critério usual para o emprego de calúnias e provocações é sempre o mesmo. Desde as primeiras eleições até hoje não se muda nada. É impressionante, parecem que copiam e colam mensagem mudando somente o nome ou o rosto do candidato da vez. Ridículo! Melhor seria se ousassem com dados ou resultados atuais, mas não o fazem por falta de competência! Copiar, colar, mudar o nome do candidato, muito fácil. Podem usar qualquer nome ou foto, nada transmite eficiência plausível digna de apreço. Mas felizmente (ou infelizmente?) essa pequena elite mal informada já está com seus dias contados. O Brasil cresce politicamente. A maioria já sabe o que quer e já discorre com motivos fáticos de sua posição sufrágica, seja ela qual for. Nossa realidade político-administrativa e legislativa está tão clara como água cristalina, não necessitamos mais recorrer a insultos pessoais para explicar a coerência de nossas decisões, não precisamos mais de apenas “ir com a cara” de um candidato para confiarmos nele um voto. A realidade está aí, os números, as estatísticas, os ideais; as fichas estão todas na mesa! O princípio da transparência e da publicidade nunca foi tão bem aplicado. Dê uma olhadinha, vai...Esqueça seus preconceitos, jogue limpo. Vote sério.

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